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O Individualismo e o Fatalismo

Autores: Vera Castro

Escola: Escola Secundária/3 de Oliveira do Douro

Data de Publicação: 26/02/2012

Resumo do Trabalho: Trabalho sobre o Individualismo e o Fatalismo, realizado no âmbito da disciplina de Português (11º ano).

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O Individualismo e o Fatalismo

Introdução

Este trabalho foi realizado no âmbito da disciplina de Português, com o objetivo de avaliar parte do módulo 7: "Textos de Teatro I".

Para a sua realização, a fonte de pesquisa foi meramente a internet.

Este trabalho vai focar:

. O individualismo;

. O fatalismo.

Explicitando um pouco de cada um.

No término deste trabalho, espero conseguir ter aprendido os conceitos essenciais e informação necessária para um conhecimento mais aprofundado acerca desta matéria.

O Individualismo

Individualismo é um conceito político, moral e social que exprime a afirmação e a liberdade do indivíduo frente a um grupo, à sociedade e ao Estado. O Homem do renascimento passou a apoiar a competição e a desenvolver uma crença baseada em que o homem tudo poderia, desde que tivesse vontade, talento e capacidade de ação individual.

O individualismo, em princípio, opõe-se a toda forma de autoridade ou controle sobre os indivíduos e coloca-se em oposição ao coletivismo, no que concerne à propriedade. O individualista pode permanecer dentro da sociedade e de organizações que tenham o indivíduo como valor básico - embora as organizações e as sociedades, contraditoriamente, carreguem outros valores, não necessariamente individualistas, o que cria um estado de permanente tensão entre o indivíduo e essas instâncias de vida social.

O Fatalismo

O termo "fatalismo" vem do latim "fatum" (destino) e significa a crença ou aceitação de um poder ou lei superior a que ninguém pode fugir.

A "moira" (entre os antigos gregos) e o "fatum" (entre os romanos) ou fado ou destino surgia como ameaça implacável e determinava a falta cometida por alguém e o caminho da sua punição. Nascido da Noite e do Caos, o "Fatum" estava acima das divindades, submetendo-as ao seu poder. Cego e inexorável, dominava os céus, a terra, o mar e os infernos. É assim que aparece na filosofia estoica, na antiga Grécia, acima de todos os deuses e de todos os homens.

A sabedoria epicurista, como se observa em Ricardo Reis, heterónimo de Fernando Pessoa, consiste neste fatalismo, ou melhor, neste aceitar o destino inelutável, desfrutando os prazeres e sofrendo a inevitável dor, pois nada é duradouro. Apesar de todo o sentido trágico do fatum, cabe ao homem viver a vida com a lucidez dos "grandes indiferentes".

Frei Luís de Sousa, uma obra do Romantismo

Frei Luís de Sousa, uma obra do Romantismo Português Frei Luís de Sousa é uma obra típica do Romantismo Português, não só pela linguagem que apresenta (exclamações, reticências, interrogações) como também pelos comportamentos emocionais das personagens. A presença, sistemática, do Amor desencadeia a tragédia e sobretudo o pecado, duas grandes características do Romantismo Português. O confronto entre o indivíduo e a sociedade (Individualismo) é particularmente visível em D. Madalena, quando esta se indigna com a atitude arrogante dos governadores quererem habitar o seu palácio. A religião aparece para suavizar o sofrimento trágico (tomada de hábito de D Madalena e Manuel Coutinho) e é, também, uma referência de todas as personagens.

É de referir, também, que Garrett tentou “introduzir-se” na obra e para tal, utilizou Maria. Esta, como voz do autor, opunha-se ao destino a que os pais se propuseram. No entanto, apesar de romântica, esta obra tem traços da Tragédia Clássica, pois podemos interpretar as diferentes situações com os elementos da tragédia: o Pathos (aflição de D Madalena quando interrogada por Maria); a Peripécia (as opções que Manuel Coutinho e D. Madalena tomam, a mudança que Telmo tem em ralação ao Sebastianismo); o Reconhecimento (a chegada do Romeiro); o Clímax (a decisão tomada por Manuel Coutinho em se suicidar para o Mundo) e, por fim, a Catástrofe (a morte, com diferentes sentidos, das personagens). Como se vê é uma obra multifacetada com traços muito específicos, mas que podem ser interpretados como um “Trágico Romantismo”.

Caracterização da personagem ligada:

a. Ao individualismo e ao fatalismo

D. Madalena de Vilhena (personagem principal e plana)

. Nobre e culta

. Sentimental

. Complexo de culpa (nunca gostou de D. João, mas sim de D. Manuel)

. Torturada pelo remorso do passado

. Ligada à lenda dos amores infelizes de Inês de Castro

. Apaixonada, supersticiosa, pessimista, romântica (em termos de época), sensível, frágil

 

Conclusão

Com a realização deste trabalho aprendi os conceitos de individualismo e de fatalismo.

Verifiquei que a obra de Almeida Garrett aconteceu no decorrer do século XVI na dominação Filipina, no ano de 1599. Sendo apenas publicada em 1844, tendo a sua primeira apresentação pública em 1843.

Vi também, que esta é uma obra do Romantismo Português, tendo presente o amor que desencadeia a tragédia e, acima de tudo, o pecado.

Constatei ainda que, a personagem ligada ao individualismo e ao fatalismo é Madalena de Vilhena que se apresenta como uma das personagens principais, sendo culta, nobre, sentimental, apaixonada, supersticiosa, pessimista, romântica, sensível e frágil.

Por fim, concluí que este trabalho foi muito importante e gratificante.

Fontes de pesquisa

. http://pt.shvoong.com/social-sciences/499646-frei-lu%C3%ADs-sousa-uma-obra/

. http://www.notapositiva.com/resumos/portugues/freiluissousa.htm

. http://www.slideshare.net/nelsonalves70/frei-lus-de-sousa-classificao

. http://pt.wikipedia.org/wiki/Individualismo

. http://www.mailsonfurtado.com/2011/10/individualismo.html

. http://ateosencusco.blogspot.com/2011/11/sobre-la-importancia-del-individualismo.html

. http://alunosportugues11a.blogspot.com/

. http://pauloborges.bloguepessoal.com/98/

. http://abjps11ttfermil.blogspot.com/

 

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