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Trabalhos de Estudantes do Ensino Profissional Trabalhos de Hotelaria e Restauração |
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Natação Autores: Daniela Norberto, Diogo Neto, Marisa Santos e Miguel Sousa Escola: ESCO - Escola de Serviços e Comércio do Oeste Data de Publicação: 01/07/2010 Resumo do Trabalho: Trabalho sobre a Natação, realizado no âmbito do módulo "Actividades Físicas" do curso técnico de Restauração. Comentar este trabalho / Ler outros comentários Se tens trabalhos com boas classificações, envia-nos, de preferência em word para notapositiva@sapo.pt pois só assim o nosso site poderá crescer.
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Introdução Este trabalho será elaborado pelos alunos Daniela Norberto, Diogo Neto, Marisa Santos e Miguel Sousa, da Turma H5 que frequentam o 3º ano do Curso Técnico de Restauração, no âmbito da disciplina de Educação Física, inserido no módulo 3 “Actividades Físicas III”. O tema do nosso trabalho é a Natação, quer a de Competição, quer a Sincronizada, escolhemos este tema porque gostamos do desporto em si e queríamos abordar os gestos técnicos existentes. O nosso trabalho será desenvolvido com pesquisas na internet e/ou em livros e posteriormente com a separação e resumo da mesma, organizando assim, um trabalho escrito e um para apresentação oral aos nossos colegas. Este trabalho foi-nos solicitado pela Professora de Educação Física. O que é a Natação? A Natação é o acto de propulsão e auto-sustentação na água com movimentos combinados de braços e pernas que foi aprendido pelo homem através do instinto ou observando os animais. É considerada um dos exercícios mais completos da actualidade, a ponto de exceder o simples divertimento ou a prática desportiva, para ser utilizado com finalidades terapêuticas na recuperação de atrofias musculares e tratamento de problemas respiratórios. Além disso, é importante como actividade física para manutenção da saúde e como meio de defesa contra afogamentos ou em operações de salvamento. História da Modalidade: A natação é tão antiga como o homem. Desde o início dos tempos, foi necessário nadar para se locomover, atravessar rios, lagos e mares em busca de abrigo e alimentos. A natação só começou a ser organizada no século XVII, no Japão, onde o Imperador determinou que ela fosse ensinada e praticada nas escolas, mas como o Japão era um país fechado, isso não se propagou ao resto do mundo. Foi em Inglaterra, em 1837, que a natação foi organizada como competição pela primeira vez, quando foi fundada a Sociedade Britânica de Natação. No início, o estilo adoptado pelos atletas era bruços. Na década de 1870, J. Arthur Trudgeon, um instrutor inglês de natação, viajou para a América do Sul e observou um estilo alternativo de se nadar. Ele levou o novo estilo para a Inglaterra, onde era chamado “trudgeon”, hoje, conhecido como crawl com pernas tesoura. A natação é um dos desportos nobres das Olimpíadas, ao lado do atletismo. Sempre foi um desporto olímpico, desde a primeira disputa em Atenas, 1896. Naquele ano, apenas os estilos livres crawl e bruços foram disputados. O estilo costas foi incluído nos Jogos de 1904, já a mariposa, surgiu como evolução dos bruços, na década de 1940. Curiosidade: Atletas Internacionais Ian Thorpe, Atleta torpedo Australiano de natação; Janet Evans, Nadadora norte-americana; Josh Davis, Atleta norte-americano de natação; Mark Spitz, nadador norte-americano. Natação Pura A Natação Pura iniciou-se em Inglaterra em meados do séc. XIX, integrando as modalidades olímpicas desde a primeira edição dos Jogos Olímpicos em 1896 – só para homens. A participação feminina só se concretizou nos Jogos Olímpicos de 1912. Em Portugal, a natação desportiva inicia-se no séc. XX, com a criação da primeira escola de natação em 1902, pelo Ginásio Clube Português, na Trafaria. O organismo internacional que tutela a Natação, nas suas várias disciplinas, é a FINA (Federação Internacional de Natação Amadora). A nível da Europa a modalidade é coordenada pela LEN (Liga Europeia de Natação). As técnicas de nado, comummente designadas como estilos, são quatro: Costas, Bruços, Mariposa e Estilo Livre (normalmente utilizado o Crol); estas técnicas encontram-se oficialmente regulamentadas pela FINA. As provas que actualmente compõem o Calendário Olímpico são as seguintes: 50, 100, 200, 400, 800 (feminino) e 1500 (masculino) metros Livres; 100 e 200 metros Costas, Bruços e Mariposa; 200 e 400 metros Estilos; estafetas de 4x100, 4x200 metros Livres e 4x100 metros Estilos. Nos Campeonatos do Mundo (em piscina de 50 metros), para além das provas olímpicas, incluem o respectivo programa: 50m Costas, Bruços e Mariposa, os 800 Livres masculinos e os 1500 Livres femininos. A Natação Pura é, no momento, a disciplina mais representativa da Federação Portuguesa de Natação. Masters A natação para Masters surge como consequência de um grande vazio existente na actividade física dos nadadores que tinham abandonado a alta competição e queriam continuar a praticar a modalidade preferida. A competição de Masters surgiu há cerca de 15 anos, nos Estados Unidos, e engloba Natação Pura, Pólo Aquático e Águas Abertas. A Natação Masters é um programa de natação orientado para os atletas que deixaram de competir devido à idade e para aqueles que consideram que nunca é demasiado tarde para fazer desporto. Existem várias formas de participar na natação Masters, desde os atletas que apenas querem manter a forma física, aos que competem a nível local, nacional e mesmo internacional. Natação Sincronizada A Natação Sincronizada é uma disciplina da Natação onde são executadas diversas formas de movimentos, estilos, deslocamentos, figuras e/ou combinações entre estes, executados por uma ou mais nadadoras. Estas encontram-se sincronizadas umas com as outras e com o acompanhamento musical, de forma a obter um conjunto harmonioso e estético. Considera-se um desporto individual se estivermos na presença de um Solo (uma nadadora) e um desporto colectivo se executarmos um Dueto (duas nadadoras), uma Equipa (quatro a oito nadadoras) ou um Livre Combinado (dez nadadoras). Trata-se de uma disciplina desportiva muito espectacular, onde a sua complexidade e dificuldade de execução são “mascaradas” pela beleza das coreografias. Águas Abertas A disciplina da natação que por definição, se liberta das paredes e limitações das piscinas. O contacto com a natureza, as diferentes sensações que é possível sentir, tornam as provas de Aguas Abertas um desafio único. As distâncias nadadas atingem números impensáveis para os que se limitam às piscinas. A vertigem do desconhecido será talvez um dos factores motivadores para esta disciplina que entre nós começa a ganhar uma importância incontornável. Com provas para todas as idades e níveis de dificuldade, será a disciplina em que o lazer e a alta competição pode coexistir no mesmo espaço físico. História das Águas Abertas e da Natação Podemos dizer que a história da natação se confunde com as águas abertas. Desde os primórdios, a natação só era praticada em locais de águas abertas: rios, lagoas, enseadas, baias e mesmo em mar aberto. As primeiras piscinas eram pontões em rios ou à beira de atracadouros e portos, ou seja, com água corrente natural. Piscinas como actualmente são conhecidas, só mais recentemente. Estas tiveram o seu grande desenvolvimento há cerca de 50/60 anos atrás, de tal maneira que se criou uma espécie de preconceito com a prática de natação em águas livres. Passou a ser moderno praticar natação em tanques fechados com água tratada e mais transparente: “Águas turvas, escuras era considerado locais impuros”. Tempos Actuais Como a FINA (órgão que regulamenta a natação internacional) não demonstrava interesse neste tipo de provas, um grupo de nadadores amadores e profissionais fundaram a Federação Internacional de Natação de Longa Distância (FINLD) em 1952. Esta federação aceitava os nadadores profissionais uma vez que a FINA era irredutível quanto ao espírito amadorista não admitindo qualquer tipo de prémio. Durante vários anos foram realizados os campeonatos mundiais supervisionados por esta nova federação com prémios em dinheiro inclusive. Mais recentemente, com as mudanças dos critérios do amadorismo pelo Comité Olímpico Internacional, a FINA incorporou a FINLD e passou a supervisionar os campeonatos mundiais. Hoje, os Campeonatos Mundiais de natação têm cinco modalidades: águas abertas (5, 10 e 25km), natação pura, natação sincronizada, pólo-aquático e saltos. Este ano, foi finalmente o ano da Consagração Olímpica desta modalidade da natação, já para Pequim 2008 Saltos
Os Saltos para a água são
um desporto, considerado por muitos como a modalidade com a imagem
plástica mais atraente simbolizada pela água (o espaço ) e a terra,
pelo movimento estético e pela beleza do voo no espaço. São estes alguns dos motivos que podem conquistar a população para a prática. Estilo Borboleta Historia O estilo borboleta (ou golfinho ou mariposa) é um estilo de natação relativamente novo. Seu nascimento ocorreu em função das incertezas do regulamento do nado peito. Isso porque, até a década de cinquenta, o deslocamento dos braços para frente não estava previsto nas regras da Federação Internacional de Natação, gerando semelhança entre os dois estilos. A saída A saída do nado borboleta também é feita do bloco de partida. Após o mergulho, o nadador mantém os braços à frente e realiza uma forte batida de pernas. A virada Na virada, o nadador tem que tocar as bordas com as duas mãos, ao mesmo tempo e no mesmo nível. Ao tocar a borda, o nadador não deve deixar que o corpo chegue muito perto. Depois de tocar na borda com as duas mãos, o braço do lado o qual o corpo vai virar é lançado de volta à piscina com o cotovelo flexionado. A outra mão empurra a borda para jogar a cabeça e os ombros na direcção oposta, ao mesmo tempo em que os joelhos são flexionados e trazidos por baixo do corpo até que os pés toquem na borda.. A respiração No nado borboleta, o nadador eleva o queixo para frente no começo da braçada para respirar. Quando os braços estiverem na sua máxima extensão, a meio do movimento aéreo, os ombros e a cabeça são levantados da água. Nesse momento, o nadador tem uma boa oportunidade para respirar. O rosto do nadador retorna a água um pouco antes das mãos completarem a braçada. Logo que as mãos entram na água, o nadador começa a expirar lentamente. Estilo de Bruços Historia Bruços ou de peito é o mais antigo dos estilos de natação de competição. Já no século XVI, havia uma maneira de nadar com os movimentos dos braços parecidos com o actual nado de peito. Naquele período, no entanto, os pés ainda eram batidos alternadamente (igual a um pontapé). Desse método é que originou o nado de peito. Em 1798, o nado de peito já era o estilo mais praticado em toda a Europa. A Saída A saída do nado de peito é feita do bloco de partida. Em comparação com os nados Crawl e borboleta, o mergulho da saída do nado peito é um pouco mais profundo, para que o nadador aplique a braçada e a pernada ainda durante o mergulho, o que é chamado de filipina e garante melhor desenvoltura do nado. O nadador deve observar com atenção o posicionamento dos joelhos. Eles não podem estar muito a frente na preparação da pernada. Isso gera uma falha: o quadril sobe, o que produz atrito e enfraquece a potência da pernada. Braçada No início da primeira braçada após a saída e em cada volta, o nadador deve estar sobre o peito. O bom senso deve ser usado antes de desclassificar um nadador de peito. Ocasionalmente, o nadador pode ter um braço ligeiramente mais alto que o outro, mas se os movimentos dos braços são simultâneos e no mesmo plano horizontal, o estilo está correcto. A chave para observar os braços é estar certos que se movimentam simultaneamente. A maioria das infracções ocorre com nadadores jovens, que ainda não tem uma boa coordenação. As mãos devem ser lançadas juntas para á frente a partir do peito, abaixo ou sobre a água. Os cotovelos devem estar abaixo d'água excepto para a última braçada antes da volta, durante a volta e na braçada final da chegada. As mãos devem ser trazidas para trás na superfície ou abaixo da superfície da água. As mãos não podem ser trazidas para trás além da linha dos quadris, excepto durante a primeira braçada após a saída e em cada volta. Pernada Todos os movimentos das pernas devem ser simultâneos e no mesmo plano horizontal, sem movimentos alternados. Os pés devem estar virados para fora durante a parte propulsiva da pernada. Não São permitidos movimentos em forma de tesoura, pernada vertical alternada ou de golfinho. É permitido quebrar a superfície da água com os pés, excepto seguido de uma pernada de golfinho. A Virada Para virar, o nadador precisa tocar a borda com as duas mãos, ao mesmo tempo e na mesma altura. Depois disso, o braço do lado para o qual o corpo vai virar é lançado de volta à piscina acima da cabeça. A outra mão empurra a borda para jogar a cabeça em sentido contrário. Ao mesmo tempo, os joelhos são direccionados para a borda até que os pés consigam toca-la. Nesse momento, as mãos já devem estar juntas a frente, preparando-se para a retomada dos movimentos. A Respiração No momento em que o nadador estende as pernas, o corpo sobe, o que possibilita a elevação dos quadris. Com isso, automaticamente, o nadador retira a cabeça da água para respirar, do meio para o final da braçada. No inicio da propulsão, quando os braços ficam estendidos, o rosto do nadador está submerso, tendo a linha da água na altura da testa. Durante os movimentos dos braços, o nadador, lentamente, começa a expirar pela boca. IMPORTANTE: A respiração muito adiantada diminui o ritmo do estilo. O peito é o nado mais difícil por causa de tantas respirações. Estilo Crawl História O nado de Crawl é uma técnica de natação e também uma disciplina olímpica. O nado Crawl já era praticado bem antes do aparecimento de nossa civilização. Ele é, sem dúvida, o estilo mais utilizado e mais rápido. Porém, na verdade ele não pode ser considerado como um estilo verdadeiro. Na verdade, o que existe é a prova de nado livre, quando o atleta pode nadar como quiser, até inventar um estilo próprio. Tanto, que a Fédération Internationale de Natation Amateur (FINA) não menciona o Crawl pelo nome em seu livro. ( De fato, até o ano de 1900, todos os eventos competitivos tinham características do estilo livre). Entretanto, nos eventos contemporâneos de estilo livre, os executantes são invariavelmente nadadores de Crawl. No princípio, o Crawl utilizava diversas vezes o mesmo braço, o que cansava o nadador e dava pouca velocidade ao nado. Apenas em 1906, na Europa, que o Crawl foi aperfeiçoado e passou a ser realizado em braçadas alternadas e com o movimento vertical das pernas. A Saída No Crawl, o nadador começa a prova do bloco de partida. Para mergulhar, ele deve imaginar que está a cair num buraco. Dessa forma, seu corpo cria menos atrito com a água e, consequentemente, consegue ir mais longe com o mergulho. Para o realizar o mergulho correcto, recomenda-se aos iniciantes observarem bem a posição do corpo na hora da saída. Os joelhos devem ser bem flexionados, os braços esticados à frente, sempre na altura das orelhas. No momento em que ouvir o sinal de partida, o nadador salta e mantém esse posicionamento. Dessa forma, além de executar uma saída correcta, o atleta está protegendo a sua própria cabeça. A Virada Na virada do estilo Crawl, o nadador pode tocar a parede da piscina com qualquer parte do corpo. Mas normalmente as pernas são mais utilizadas. Porque elas oferecem mais propulsão. A Respiração A captação do ar na natação se faz pela boca. No nado Crawl, a respiração implica uma expiração com a cabeça dentro d’água (soltando ar pela boca e pelo nariz de forma lenta e gradual) e uma inspiração pela boca no “buraco” que é formado após a saída do braço da água. A posição da cabeça é importante. O ideal é que a testa esteja na altura da água Estilo Costas História Não se sabe ao certo, quando o homem começou a nadar de costas. Porém, em 1794, o italiano Oronzio de Bernadi descreveu um estilo com braçadas de costas. Mas somente a partir de 1912, os nadadores começaram a praticar o nado com mais velocidade. O mérito dessa evolução cabe ao nadador norte-americano Harry Hebner, que venceu os cem metros nos jogos de Estocolmo, na Suécia, em 1912, utilizando-se de uma nova maneira de bater os pés. A Saída A saída do nado de costas é realizada dentro da piscina. Por isso, o atleta precisa estar atento ao seu posicionamento junto à raia. Ao ser dada a saída, o nadador puxa o seu corpo contra o agarre e, ao mesmo tempo, empurra, com os pés, a borda de modo que o corpo se eleve e os quadris saiam da água, como se fosse uma mola comprimida. Ao ouvir o tiro, ele mergulha para trás. A Virada Para fazer a viragem, o nadador deve fazer uma aproximação à parede na posição ventral seu movimento dentro de água é semelhante a uma cambalhota de costas, composta unicamente por uma rotação do corpo que lhe coloca novamente na posição inicial, ou seja, posição dorsal. Ao tocar a borda com a palma da mão, a cabeça começa a afundar-se e a voltar-se no sentido oposto. As pernas devem acompanhar esse movimento, sendo lançadas por cima até encostarem-se à parede da piscina. Em seguida, o nadador dá impulso com os pés e prepara-se para voltar à posição original do estilo. A Respiração A respiração não apresenta grandes problemas para os nadadores no estilo costas porque seus rostos ficam a maior parte do tempo fora da água. No entanto, alguns especialistas recomendam que o nadador faça a respiração naturalmente, nadando e respirando de forma tranquila. Esse método é o mais recomendado para quem está começando a nadar. REGRAS DOS ESTILOS DE NATAÇÃO De acordo com o Livro de Regras da FINA Agosto/2002 NADO PEITO Braçada No início da primeira braçada após a saída e em cada volta, o nadador deve estar sobre o peito. O bom senso deve ser usado antes de desclassificar um nadador de peito. Ocasionalmente, o nadador pode ter um braço ligeiramente mais alto que o outro, mas se os movimentos dos braços são simultâneos e no mesmo plano horizontal, o estilo está correcto. A chave para observar os braços é estar certos que se movimentam simultaneamente. A maioria das infracções ocorre com nadadores jovens, que ainda não tem uma boa coordenação. As mãos devem ser lançadas juntas para á frente a partir do peito, abaixo ou sobre a água. Os cotovelos devem estar abaixo d'água exceto para a ultima braçada antes da volta, durante a volta e na braçada final da chegada. As mãos devem ser trazidas para trás na superfície ou abaixo da superfície da água. As mãos não podem ser trazidas para trás além da linha dos quadris, excepto durante a primeira braçada após a saída e em cada volta. Durante cada ciclo completo de uma braçada e uma pernada, nesta ordem, parte da cabeça do nadador deve quebrar a superfície da água, excepto após a saída e após cada virada, quando o nadador poderá dar uma braçada completa até as pernas e uma pernada enquanto completamente submerso. A cabeça tem que quebrar a superfície da água antes que as mãos virem para dentro na parte mais larga da segunda braçada. Pernada Todos os movimentos das pernas devem ser simultâneos e no mesmo plano horizontal, sem movimentos alternados. Os pés devem estar viradoS para fora durante a parte propulsiva da pernada. Não São permitidos movimentos em forma de tesoura, pernada vertical alternada ou de golfinho. É permitido quebrar a superfície da água com oS pés, exceto seguido de uma pernada de golfinho. Virada e Chegada Em cada virada e na chegada da prova o toque deve ser efetuado com as duas mãos simultaneamente, acima, abaixo ou no nível da água. A cabeça pode submergir após a ultima braçada anterior ao toque, contanto que quebre a superfície d'água em qualquer ponto durante o ultimo completo ou incompleto ciclo anterior ao toque. Principais Ocorrências (desclassificações) . Pernada vertical de golfinho após a saída (filipina) ou virada; . Pernada vertical de golfinho no percurso do nado peito (especificar a metragem); . Toque alternado das mãos na borda, durante a virada/chegada (especificar a metragem se for na virada); . Executar pernada alternada/forma de tesoura no percurso ou após as viradas; . Perda do contacto dos pés com o bloco antes do sinal de partida. Nado de Borboleta Após a saída e na volta, ao nadador é permitido uma ou mais pernadas e uma braçada sob a água que deve traze-lo à superfície. É permitido ao nadador estar completamente submerso até uma distância não maior do que 15 metros após a partida e após cada volta. A braçada deve ser simultânea e os braços devem mover-se para frente por cima d'água. O corpo deve estar sobre o peito a partir do início da primeira braçada após a saída e após cada volta. Os braços se movendo para a frente em baixo d'água é chamado de "recuperação submersa" e não é permitida. Isto acontece quando o nadador julga mal a distância até a parede. Todo o movimento para cima e para baixo das pernas deve ser simultâneo. A posição das pernas ou dos pés não precisa ser no mesmo nível, mas não podem alternar em relação ao outro. A pernada de peito não é permitida. Volta e Chegada Ambas as mãos devem tocar a parede simultaneamente, acima, abaixo ou no nível da superfície d'água, com o corpo sobre o peito. Principais Ocorrências (desclassificações): . Pernada alternada após a saída, virada (especificar qual) ou no percurso (metragem); . Toque alternado das mãos na borda durante a virada ou chegada do nado (especificar); . Ultrapassar os 15 metros, estando o nadador submerso após a saída ou volta; . Realizar movimentos alternados de braços/pernas no percurso; . Perda do contacto dos pés com o bloco antes da partida. NADO COSTAS O nadador sai no nado de costas dentro d'água, olhando para a parede de partida e deve permanecer sobre as costas, excepto quando executa a volta. A. "Excepto quando executa a volta" quer dizer qualquer variação sobre a posição normal de costas de forma a executar uma acção contínua de volta. B. A posição normal de costas inclui um movimento rotacional do corpo até, mas não ultrapassando os 90 graus da horizontal. A posição da cabeça não é relevante. C. Durante a volta, os ombros podem girar além da vertical para o peito, após o que uma contínua braçada ou uma contínua e simultânea dupla braçada podem ser usadas para iniciar a volta. Quando o corpo tiver deixado a posição de costas, qualquer pernada ou braçada tem que fazer parte da acção contínua da volta. O nadador tem que retornar a posição de costas após deixar a parede. Quando executar a volta, tem que haver o toque na parede com alguma parte do corpo do nadador. Alguma parte do nadador tem que quebrar a superfície da água durante o percurso. É permitido ao nadador estar completamente submerso durante a volta, na chegada e por uma distância não maior que 15 metros após a saída e em cada volta. Neste ponto, a cabeça tem que quebrar a superfície da água. A única obrigação no nado é que o nadador permaneça na posição de costas. Um nadador iniciante pode ocasionalmente usar uma braçada dupla, que é legal. O nadador que pára e fica de pé, não está na posição de costas. A melhor posição para julgar a virada no nado de costas é directamente por cima do nadador. Chegada Quando ao final da prova, o nadador tem que tocar a parede na posição de costas. O corpo pode não estar submerso no toque. Principais Ocorrências (desclassificações) . Perda do contacto das mãos com o bloco, seguido de um impulso do corpo para trás antes do sinal de partida; . Entrar na piscina, antes do apito/sinal do árbitro geral; . Ultrapassar o limite máximo de 15m, estando o nadador submerso após a saída ou a volta; . Quebrar acção contínua da volta (realizar pernadas alternadas durante o deslize na virada); . Na chegada do nado costas, tocar com a mão na borda com o corpo sobre o peito (decúbito ventral - de frente) ultrapassando um ângulo de 90º grau; . Trocar de raia após a saída ou virada. Nado livre Qualquer nado ou combinação de braçadas pode ser usado no nado livre. Durante o nado livre, nenhum tipo de regra pode ser aplicado. A excepção é nos revezamentos medley ou medley individual, quando o nado livre é definido como qualquer estilo que não seja o nado de costas, borboleta ou peito. Saída e Volta A saída no nado livre é feita com um mergulho. Na prova de nado livre o toque com as mãos não é necessário nas voltas. Qualquer parte do nadador pode tocar a parede ou a placa. Alguma parte do nadador deve quebrar a superfície da água durante a prova, exceto quando é permitido ao nadador estar completamente submerso durante a volta e por uma distância não mais que 15 metros após a saída e em cada volta. Neste ponto, a cabeça deve quebrar a superfície da água. Chegada Na chegada, qualquer parte do nadador pode tocar a parede ou a placa ao final da prova. Se o nadador parar durante a prova de nado livre e ficar em pé no fundo, não é motivo de desclassificação, mas se deixar a piscina, caminhar, puxar a raia ou tomar impulso no fundo, será desclassificado. Principais Ocorrências (desclassificações) . Não tocar com nenhuma parte do corpo na borda, durante a virada . Caminhar na piscina (tomar impulso) . Desistência (não completar o percurso) . Ultrapassar o limite máximo de 15m, estando o nadador submerso após a saída ou a volta; . Perder o contacto dos pés com o bloco antes do sinal de partida; . Puxar a raia ou não completar a prova na mesma raia onde começou. Medley Individual O nadador deve nadar a prova de medley individual na seguinte ordem: borboleta, costas, peito e livre. Cada nado deve estar em conformidade com as regras para o estilo. As passagens de um estilo para outro são consideradas, e devem estar em conformidade com as regras aplicadas as chegadas. Os nados mudam como segue: Borboleta para costas - quando o toque correcto tiver sido efectuado, o nadador pode virar da maneira que desejar. O nadador deve retornar a posição quando os ombros passarem da vertical para as costas antes dos pés deixarem a parede. Costas para Peito - quando da chegada de costas o nadador tem que tocar a parede enquanto de costas. Quando o toque correcto tiver sido efectuado, o nadador pode virar da maneira que desejar. Os ombros devem passar da vertical para o peito, quando os pés deixarem a parede. O nado prescrito deve ser iniciado antes da primeira braçada. Peito para Livre - quando o toque correcto tiver sido efectuado, o nadador pode virar da maneira que desejar. A etapa de nado livre não pode ser nadada de costas, borboleta ou peito. Revezamento Há dois tipos de revezamento: livre e medley. No revezamento livre, há 4 nadadores na equipe, cada um nadando sua parte, usando o estilo que desejar usar. A regra do nado livre deve ser aplicada na chegada. Cada etapa do revezamento deve ser nadada na ordem e um nadador não pode nadar mais de uma etapa do revezamento. No revezamento medley, 4 nadadores participam da equipe, cada um nadando um estilo de nado. Os nados devem ocorrer na seguinte ordem: costas, peito, borboleta e livre. As regras pertinentes a cada estilo devem ser aplicadas. Ao final de cada etapa, as regras de cada nado devem ser aplicadas. os nadadores devem nadar na ordem descrita no cartão de nado. Principais Ocorrências (desclassificações) . Perda do contacto dos pés com o bloco de partida antes do nadador anterior tocar na parede (especificar se é o 2º, 3º ou 4º atleta); . Nas provas de medley, não terminar a prova ou realizar as viradas dos nados dentro da regra aplicada aos mesmos; . Atleta que já nadou entrar novamente na piscina, durante o decorrer da prova ou no final da mesma; · Mudar a ordem dos atletas da equipe, sem comunicação prévia ao árbitro geral pelo técnico da equipe. Protestos Os protestos devem ser apresentados: . Ao árbitro geral . Por escrito . Somente por um chefe responsável pela equipe . Com pagamento de uma taxa . Dentro de 30 minutos após o término da prova Todos os protestos serão julgados pelo árbitro geral, se a decisão for mantida ele deverá justificar as razões para sua decisão. A decisão do árbitro geral pode ser contestada no Comité Técnico da Competição, que julgará novamente o protesto. Publicidade Nenhum competidor encontra-se permitido de usar qualquer tipo de publicidade que exceda 16cm2 de área cada uma. Não é permitida nenhuma forma de publicidade posta directa ao corpo de qualquer maneira que seja. Proibida publicidade sobre tabaco e álcool. Vertimento De acordo com a moral e apropriada ao desporto praticado. Proibido o uso de sunquines, excepto se a parte inferior estiver acima da linha do umbigo. Sungas masculinas deverão ter no mínimo 3 dedos de largura lateral. Os trajes não poderão serem transparentes, ou seja o branco ou qualquer outra cor mais clara é proibida, sob pena do árbitro geral da competição excluir o nadador da prova ou mandá-lo trocar imediatamente a mesma de acordo com esta regra. Proibido Fumar É expressamente proibido fumar em qualquer área da competição designada para os competidores, seja antes ou durante as provas. Esta regra aplica-se tanto em competições internacionais, nacionais e regionais. Conclusão Com este trabalho podemos concluir que a natação e um deporto que nos faz bem a saúde, também e um desporto que faz bem aos músculos do nosso corpo para exercer. Com este trabalho nós podemos concluir que a natação e um desporto com vários estilos que podemos usufruir neste desporto. Com este trabalho podemos que ficamos mais esclarecidos em relação a este desporto, esperamos ter dito tudo o que era para explicar. Esperamos que esteja tudo bem.
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