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Sydney Pamplona

School

Escola Estadual Cidadã Integral Técnica Prefeito Oswaldo Pessoa

Evolução da Inteligência Artificial

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Resumo do trabalho

Trabalho acadêmico sobre a Evolução da Inteligência Artificial, realizado para a disciplina de Tecnologias de Informação e Comunicação.


A EVOLUÇÃO DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

Parte manuscrita do Projeto de Graduação do aluno Sydney Lopes Pamplona, apresentado ao curso integrado ao ensino médio de técnico em informática da Escola Estadual Prefeito Oswaldo Pessoa como requisito básico para a conclusão do Curso de Informática.

1. INTRODUÇÃO

Inicialmente a inteligência artificial (IA) visava reproduzir o pensamento humano. A Inteligência Artificial abraçou a ideia de reproduzir faculdades humanas como criatividade, auto aperfeiçoamento e uso da linguagem. Porém, o conceito de inteligência artificial é bastante difícil de se definir. Por essa razão, Inteligência Artificial foi (e continua sendo) uma noção que dispõe de múltiplas interpretações, não raros conflitantes ou circulares.

2. JUSTIFICATIVA

Por que temos tantos conceitos para um mesmo campo de estudo acadêmico chamado Inteligência Artificial? A IA pode ser uma coisa boa para os humanos, mas ao mesmo tempo em que avança, nota-se, também, grande parte das pessoas com medo de que essa nova tecnologia se volte contra nós, levando a humanidade à sua destruição. Saberemos o porquê de ser tão temida.

3. OBJETIVOS

Analisaremos o ponto de partida para os estudos da inteligência artificial, um pouco da história por trás dessa área de estudo, grandes contribuidores para o desenvolvimento das teorias citadas até hoje e também as máquinas inteligentes que temos em dia.

3.1. ESPECÍFICOS

Evolução da Inteligência Artificial.

4. METODOLOGIA DA PESQUISA

Os dados foram coletados de fontes diversas de conhecimento livres, disponível em ferramentas de pesquisa acessíveis a todos, utilizando-se de conexão com internet. O desenvolvimento trará trechos de como foi a história do surgimento da inteligência artificial e algumas características atuais de máquinas que temos hoje, com IA.

5. DESENVOLVIMENTO

5.1. HISTÓRIA

A história da inteligência artificial começou na antiguidade com mitos, histórias e rumores de serem artificiais dotados com inteligência ou consciência pelos seus fabricantes; conforme Pamela McCorduck escreve, IA começou com “um desejo antigo de forjar os deuses”. As sementes da IA moderna foram plantadas pelos filósofos clássicos que tentaram descrever o processo de pensamento humano como um mecanismo de manipulação de símbolos. Este trabalho culminou com a invenção do computador digital programável na década de 1940, uma máquina baseada na essência abstrata da razão matemática. Este dispositivo e as ideias por trás inspiraram cientistas a começar a discutir seriamente a possibilidade de construir um cérebro eletrônico.

Pamela McCorduck

Pamela McCorduck (autora americana de vários livros sobre a história e o significado filosófico da inteligência artificial).

O desenvolvimento da área começou logo após a Segunda Guerra Mundial, com o artigo “Computing Machinery and Intelligence” do matemático inglês Alan Turing. Seus principais idealizadores foram os cientistas Herbert Simon, Allen Newell, John McCarthy, Warren McCulloch, Walter Pitts e Marvin Minsky, entre outros. A construção de máquinas inteligentes interessa à humanidade há muito tempo, havendo na história tanto um registro significante de autômatos mecânicos (reais) quanto de personagens fictícios construídos pelo homem com inteligência própria, tais como O Golem e o Frankenstein.

5.2. COMPUTADORES E INTELIGÊNCIA

Computing Machinery and Intelligence. Escrito por Alan Turing e publicado em 1950 na revista Mind, é um trabalho inovador sobre inteligência artificial no qual é conhecido agora como Teste de Turing foi introduzido para um grande público. O trabalho de Turing considera a questão “Máquinas podem pensar? ” Desde que as palavras “pensar” e “máquina” não podem ser definidas de uma maneira clara que satisfaça a todos, Turing sugere que “troque a pergunta por outra, que está intimamente relacionada à primeira e é expressada em palavras relativamente claras. ” Para fazer isso, ele deve primeiro encontrar uma ideia simples e livre de ambiguidade para substituir a palavra “pensar”, segundo ele deve esclarecer exatamente que “máquinas” ele está considerando, e, finalmente, munido dessas ferramentas, ele formula a nova pergunta, relacionada à primeira, que ele acredita poder responder afirmativamente. E foi com o Teste de Turing que ele renova a pergunta para “Máquinas podem fazer o que nós (como entidades pensantes) podemos fazer? ”. Deixando de usar o termo “pensar”.

Alan-Turing

Alan Turing “pai da informática moderna” (foi um matemático, lógico, criptoanalista e cientista da computação britânico).

5.3. CONCEITOS

Existem vários conceitos que abordam a inteligência artificial (IA). Mas, de maneira geral, podemos dizer que é o ramo da ciência da computação dedicado a buscar métodos ou dispositivos computacionais que possuam ou multipliquem a capacidade racional do ser humano de resolver problemas. Ou ainda, o estudo de como fazer os computadores realizarem coisas que, atualmente, os humanos fazem melhor.

Podemos pensar em algumas características básicas que esses sistemas de IA buscam:

  • Capacidade de raciocínio: aplicar regras lógicas a um conjunto de dados disponíveis para chegar a uma conclusão;
  • Aprendizagem: aprender com os erros e acertos de forma a, no futuro, agir de maneira mais eficaz;
  • Reconhecer padrões: tanto padrões visuais e sensoriais, como também padrões de comportamento;
  • Inferência: capacidade de conseguir aplicar o raciocínio nas situações do nosso cotidiano.

Dentre as várias abordagens de estudo, pode-se destacar duas vertentes teóricas, abordadas pelo filósofo John Searle: IA Forte e IA Fraca.

A Inteligência Artificial Forte aborda a criação da forma de inteligência baseada em computador, capaz de raciocinar e resolver problemas. Esse tipo de IA considera ser possível criar uma máquina consciente, ou seja, afirma que os sistemas artificiais devem replicar a mentalidade humana.

Já a Inteligência Artificial Fraca tem uma visão de que um sistema de inteligência artificial não seria capaz de verdadeiramente raciocinar e resolver problemas — uma máquina com IA fraca agiria como se fosse inteligente, mas não seria uma entidade genuinamente esperta, no máximo, com simulações de comportamentos inteligentes.

5.4. ATUALMENTE

Apenas recentemente, com o surgimento do computador moderno, é que a inteligência artificial ganhou meios e massa crítica para se estabelecer como ciência integral, com problemáticas e metodologias próprias. Desde então, seu desenvolvimento tem extrapolado os clássicos programas de xadrez ou de conversão e envolvido áreas como visão computacional, análise e síntese da voz, lógica difusa, redes neurais artificiais e muitas outras. Diversos aplicativos e funções específicas em computadores e dispositivos móveis já utilizam técnicas de Inteligência Artificial. A tecnologia permite a tomada de decisão autônoma por uma máquina; como se ela tivesse vontade própria. É isso que vemos ao usarmos, por exemplo, funções de voz no smartphone – como o Siri, da Apple – ou ainda, quando aquele aplicativo descobre a música que está tocando em questão de segundos.

Os benefícios disponíveis com a evolução dessa tecnologia são enormes. Contudo, a questão é que nada impede que um dia essas máquinas inteligentes e com vontade própria saiam do controle. Por enquanto, as falhas seriam pequenas como, por exemplo, um computador bagunçar o mercado de ações ou um carro autônomo errar o caminho e entrar na contramão. Mas no momento em que a Inteligência Artificial começa a ter uma demanda cada vez maior por sistemas mais inteligentes – aí, sim, podemos correr o risco de um dia máquinas superinteligentes virem a controlar os seres humanos.

O grande medo surge quando a Inteligência Artificial se alinha a robôs humanoides. Até hoje, um dos maiores desafios da ciência é implantar as três leis da robótica: a primeira lei diz que um robô nunca pode ferir um ser humano; a segunda, que ele deve sempre respeitar a ordem de um ser humano, desde que não infrinja a primeira lei; e a terceira diz que o robô deve proteger a si mesmo, claro, isso sem desrespeitar as duas primeiras leis. Um pouco complicado… e, atualmente, nem a robótica, nem a Inteligência Artificial conseguem implementar direito essas leis.

6. CONCLUSÃO

Dado história, teoria, conceitos e uma análise de sua participação nos tempos modernos, é possível nós mesmos, criar um conceito próprio sobre inteligência artificial, como, um ramo ou área de estudos focados em máquinas inteligentes que façam as mesmas coisas que o ser humano, por vontade própria. Muito se especula sobre o que acontecerá após a criação dessa IA, os resultados podem ser bons e ruins, mas o quão ruim e o quanto bom pode ser para a humanidade? Por enquanto, nos resta seguir nossas próprias teorias.

Stephen Hawking diz: “uma inteligência artificial bem-sucedida seria o maior evento da história humana. Infelizmente, também poderia ser o último. ”

7. REFERÊNCIAS

WIKIPÉDIA.ORG. Inteligênci a Artificial . Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Intelig%C3%AAncia_artificial >>. Acesso em: 03/04/2017.

WIKIPÉDIA.ORG. História da Inteligência Artificial. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_da_intelig%C3%AAncia_artificial>. Acesso em: 03/04/2017.

WIKIP ÉDIA.ORG. Computadores e Inteligência . Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Computadores_e_intelig%C3%AAncia >>. Acesso em: 03/04/2017.

OCONHECIMENTO.COM.BR. A Inteligência Artificial de Antes, de Agora e do Futuro . Disponível em: ht tps://www.oconhecimento.com.br/a inteligencia artificial de antes de agora e do futuro/futuro/>>. Acesso em: 03/04/

OLHARDIGITAL.UOL.COM.BR. Evolução da Inteligência Artificial Preocupa Cientistas . Disponível em: https://olhardigital.uol.com.br/video/evolucao da inteligencia artificial preocupa cientistas/46926 >. Acesso em: 03/04/



20 Visualizações 15/09/2019