Warning: "continue" targeting switch is equivalent to "break". Did you mean to use "continue 2"? in /home/knoownet/public_html/notapositiva/wp-content/plugins/mg-post-contributors/framework/core/extensions/customizer/extension_customizer.php on line 358

Warning: "continue" targeting switch is equivalent to "break". Did you mean to use "continue 2"? in /home/knoownet/public_html/notapositiva/wp-content/plugins/mg-post-contributors/framework/core/extensions/customizer/extension_customizer.php on line 380

Warning: "continue" targeting switch is equivalent to "break". Did you mean to use "continue 2"? in /home/knoownet/public_html/notapositiva/wp-content/plugins/mg-post-contributors/framework/core/extensions/customizer/extension_customizer.php on line 384

Warning: "continue" targeting switch is equivalent to "break". Did you mean to use "continue 2"? in /home/knoownet/public_html/notapositiva/wp-content/plugins/mg-post-contributors/framework/core/extensions/customizer/extension_customizer.php on line 411

Warning: "continue" targeting switch is equivalent to "break". Did you mean to use "continue 2"? in /home/knoownet/public_html/notapositiva/wp-content/plugins/mg-post-contributors/framework/core/extensions/customizer/extension_customizer.php on line 423

Warning: "continue" targeting switch is equivalent to "break". Did you mean to use "continue 2"? in /home/knoownet/public_html/notapositiva/wp-content/plugins/mg-post-contributors/framework/core/extensions/customizer/extension_customizer.php on line 442
Inteligência Artificial - NotaPositiva

O teu país

Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit, sed do eiusmod


Pedro Rocha

Escola

Escola S/3 Arq. Oliveira Ferreira

Inteligência Artificial

Todos os trabalhos publicados foram gentilmente enviados por estudantes – se também quiseres contribuir para apoiar o nosso portal faz como o(a) Pedro Rocha e envia também os teus trabalhos, resumos e apontamentos para o nosso mail: geral@notapositiva.com.

Resumo do trabalho

Trabalho escolar sobre a Inteligência Artificial, realizado no âmbito da disciplina de Filosofia (11º ano de escolaridade)...


Introdução

IA tem como significado “inteligência artificial”. Para nos apercebermos realmente do significado de IA há que saber o que quer realmente dizer artificial e inteligência. Artificial segundo um qualquer dicionário de língua portuguesa quer dizer «produzido por arte ou por indústria; fingido». Inteligência no dicionário significa «faculdade de pensar, conceber; raciocínio; pessoa de grande capacidade intelectual». Ou seja IA quer dizer «algo com a faculdade de pensar produzido pela indústria». Mas realmente o que é um inteligente artificial? Uma das respostas possíveis é «o inteligente artificial é aquele que não sabe o que é a IA, mas está disposto a apostar a vida em como ela existe» (autor anónimo). Esta afirmação responde a muitas perguntas que espero colocar durante este trabalho. Porem a inteligência artificial já está entre nós ou será uma visão do futuro? A IA já é usada nas fábricas com linhas de montagem, em aplicações económicas, mas também por exemplo nos brinquedos, com bonecos que até já aprendem uma grande quantidade de palavras. No futuro espera-se outras aplicações da AI como a automatização de escritórios, a gestão de grandes bases de dados e a gestão de sistemas.v

Mente versus IA

Neste momento a AI saiu do campo de discussão relativamente aos agentes cognitivos e reactivos, agora a discussão está em redor das potencialidades de uma máquina, ou seja o isolacionismo e conexionismo. Para os mistérios da mente serem resolvidos, não podemos rejeitar a cognição, mas combatendo o isolacionismo. Alguns dizem que o agente da AI deve possuir três poderes: aquisição de conhecimento, comportamento orientado por objectivos e aquisição de conhecimentos. Outros dizem que é preciso ir a aprendizagem. Já que a aprendizagem está ligada inequivocamente a inteligência. Esta pode ser entendida como a capacidade para descrever dados e objectos complexos de informação, conhecimentos e realização de operações. Sob forma eficiente sobre esses objectos. A relação entre o que se diz acerca do que é um agente inteligente e aquilo que o agente realmente é, não é simples, daí a busca empírica e experimental. E para compreender um domínio de conhecimento é necessário ter uma teoria desse domínio, isto de acordo com a filosofia de Kant e Sócrates. Na IA a teoria formula as relações entre os objectos, elementos sem contexto, em função de princípios abstractos (leis, regras e programas). Mas a IA nasceu de uma necessidade que o homem possui de combinar o trabalho manual com o intelectual. Isto já vem do desejo grego de explicar o raciocínio sobre a forma de cálculos, ou seja a geometria e à lógica. Embora para alguns a inteligência artificial tenha nascido por volta de 450 antes de Cristo, quando Sócrates tentou estabelecer uma norma moral. Platão tentou generalizar esta norma numa exigência epistemológica de que todo o conhecimento podia ser estabelecido através de definições explícitas que podiam ser aplicadas. A IA é então segundo a filosofia ocidental, uma forma de replicar a mente humana. tab135 Figura 1 – Teia de disciplinas que confluíram para nascimento da IA

Pontos fortes e fracos da IA

Segundo a filosofia ocidental a inteligência humana pode ser replicada e as funções cognitivas são suportadas por processos computacionais. Já que segundo Platão toda a compreensão consiste em formar e manipular representações. Estas podem ser analisadas em elementos primitivos. As normas epistemológicas consideram-se que a natureza da inteligência não é de ordem computacional e esta é determinada pelo conhecimento. Os pontos fracos da inteligência artificial são que a inteligência humana pode ser no melhor dos casos replicada. Algo é artificial porque é fabricado, então as máquinas inteligentes são objectos que realizam pensamentos de modo diferente do que aqueles que os seres humanos fazem. Se os homens são inteligentes porque sabem usar a lógica, temos que descobrir formas das máquinas inteligentes a usarem também. Para a lógica, nos sistemas empíricos a visão do mundo esta adopta a teoria dos modelos que a fazem verdadeira. Por exemplo, a conjunção de duas frases é verdadeira se elas forem exactamente iguais.

Ambições da inteligência artificial

A ambição da IA, são os mistérios da mente, no seu funcionamento, na nossa identidade e nas motivações que nos levam a realizar coisas. A inteligência tem a ver com os projectos? Eventualmente, a inteligência tem a ver com o conhecimento, a manipulação do mesmo e o seu comportamento como maquina. A inteligência segundo alguns constrói-se, como um projecto, sobre as tarefas necessária a representação do conhecimento e da procura do mesmo. A inteligência tem de ser capaz de resolver problemas em ambientes estruturados usando centro cognitivos especializados em cada situação. Outros dizem que a inteligência se constrói sobre as funções, como se fosse um processo de evolução, a partir de blocos primitivos auto contidos e com o sentido a mecanismos de multi- -centro de percepção. Esta divergência de ideias aparece quando penetramos num dos sub campos da IA, designado por inteligência artificial distribuída (IAD), pois, a par de sermos obrigados a definir o que é um agente ou o modelo de actuação, inteligente e autónomo. Nós somos obrigados a debruçarmos sobre as interacções entre agentes em sociedade (ambiente externo) e sobre os estados mentais (crenças, desejos, intenções, expectativas, esperanças e sentimentos). Será que algum dia uma maquina poderá amar? Os estados mentais são situações dinâmicas que surgem, desaparecem e se inter-relacionam. Assim, o comportamento global de um agente deve ser compreendido como uma manifestação das interacções entre os seus componentes, os quais são depois compreendidos pela máquina. tab136 Figura 2 – o triângulo da aprendizagem

Futuras aplicações da IA

As ciências da cognição, incluindo a inteligência artificial, nos últimos anos progrediram, permitindo saltos em frente na apropriação de saber sobre inteligências humana e a criação de gerações tecnológicas, embora com objectivos e métodos diferentes. Até agora, na IA identificam-se certos métodos de adequação de padrões, técnicas de procura, o formalismo da representação da informação por regras, e varias técnicas de aprendizagem. No futuro a inteligência artificial será usada na robótica (visão e audição e movimentos) na compreensão das máquinas da língua natural (semântica das situações, conversas com contexto e a compreensão e geração de textos). Na gestão de bases de dados, entre outros.

Conclusão

«A melhor fonte de informação sobre o mundo real é o próprio mundo real» Rodney Brooks Tendo em conta a afirmação atrás referida, por uma voz importante no campo da IA, o futuro desta será o mundo, vamos ver e até já vemos as aplicações da IA por todo lado. Se repararmos é sempre noticia um novo robot, que consegue subir escadas ou falar como uma criança de 5 anos. No futuro talvez já veremos robot com sentimentos como no filme “inteligente artificial”, ou um como o famoso boneco C3PO, da guerra das estrelas. Segundo uma variante do pensamento de Descartes, eu penso logo existo, podemos dizer “eu processo, portanto sou”. Quer isto dizer que por mais que se trabalhe em maquinas que pensam, que usam o raciocínio, a aprendizagem, o pensamento e outras funções usualmente ligadas a “nossa inteligência” (humana). A pergunta se a inteligência mecânica será igual a nossa mente? Alguns dizem que jamais a nossa mente poderá ser copiada, outros dizem que não. Estes partem do princípio de que algo que se diz consciente é algo que se lembra de algo acerca do estado da sua mente uns instantes atrás. São estas perguntas e possíveis respostas que tornam o problema da IA, um campo que se divide no da filosofia e da física. O primeiro, na qual são consideradas questões relativas à inteligência propriamente dita, e se máquinas são capazes de processar inteligência real, ou somente simular a sua presença. O outro, no qual se questiona de que maneira a tecnologia pode ser empregada na produção de máquinas que se comportem de forma inteligente.

Bibliografia

  • Coelho, H., SONHO E RAZÃO – AO LADO DO ARTIFICIAL, Circulo de Leitores, 1995.
  • https://knoow.net/
  • www.pcs.matrix.com.br
 



363 Visualizações 06/08/2019